

Bem vindo à Formação mais completa de Leis Biológicas e Epigenética do Brasil
Esta página é direcionada para quem deseja se tornar terapeuta em Leis Biológicas e epigenética, um dos mercados mais promissores atualmente. Com uma ferramenta altamente eficaz, que identifica rapidamente e com precisão a origem dos sintomas e problemas dos pacientes, você poderá alcançar resultados significativos como terapeuta, graças ao grande potencial de transformação que pode ser gerado em uma única sessão.


Mapa Epigenético
Você vai aprender a fazer o mapa epigenético, que permite o estudo da herança epigenética. Isso é vital para investigar como traumas, estresses ambientais ou outros fatores podem deixar marcas epigenéticas que afetam descendentes. Através do levantamento de algumas informações transmitidas pela pessoa, detectamos os conflitos biológicos envolvidos e as gerações afetadas. O objetivo é trabalhar os conflitos, medos e culpas que está presente no inconsciente e que interfere no estado de saúde da pessoa, bem como em sua linha de prosperidade.
A Formação em BioEpigenética possui 4 módulos
Módulo 1
As 5 Leis Biológicas e os Fundamentos Celulares da Vida. A Comunicação entre os Tecidos Embrionários e a Epigenética Transgeracional.
Neste primeiro módulo, aprofundamos o entendimento das 5 Leis Biológicas e a forma como elas se entrelaçam com os princípios da epigenética transgeracional, revelando que cada tecido do corpo carrega uma memória biológica e emocional herdada. As manifestações celulares e comportamentais não surgem isoladamente — elas são expressões de programas biológicos antigos, ativados em resposta a estímulos ambientais, emocionais e até experiências vividas por gerações anteriores. Através de uma abordagem integrativa entre biologia, epigenética e consciência, estudamos como cada tecido embrionário reflete uma dimensão específica da vida:
1. Tecido Endodérmico — Responsável pelas funções vitais de nutrição, digestão e respiração, manifesta programações ligadas à sobrevivência e à assimilação da vida. No campo epigenético, reflete memórias ancestrais de escassez ou sufocamento, muitas vezes herdadas de gerações que enfrentaram privações ou medos profundos.
2. Tecido Mesoderma Antigo — Relacionado à proteção e sustentação, conecta-se a conflitos de perda de segurança física ou emocional. A epigenética mostra que traumas de perda, ferimentos e abandono podem deixar marcas herdadas, modulando a expressão genética ligada à reparação e à defesa.
3. Tecido Mesoderma Novo — Envolve a percepção de valor pessoal e reconhecimento social. Estudos epigenéticos indicam que sentimentos de desvalorização ou rejeição social podem ser transmitidos transgeracionalmente, influenciando o metabolismo celular e os padrões de regeneração tecidual.
4. Tecido Ectoderma — Responsável pela relação com o meio, contato social e pertencimento, expressa como o indivíduo se conecta e interage com o grupo. Na perspectiva epigenética, carrega memórias de exclusão, separação e conflito relacional, que moldam tanto o comportamento quanto a comunicação celular.
Ao integrar as 5 Leis Biológicas com os mecanismos epigenéticos de herança e adaptação, este módulo oferece uma nova forma de compreender o corpo humano, não apenas como uma estrutura fisiológica, mas como um sistema de memória viva, em constante diálogo com o ambiente e com a história das gerações que o precederam.
Módulo 2 — Princípios Epigenéticos e Pontos Epigenéticos do Corpo
A Leitura Corporal segundo a BioEpigenética
Neste segundo módulo, entramos no território da epigenética aplicada ao corpo vivo, explorando como o ambiente, as emoções e as experiências — tanto individuais quanto herdadas — modulam a expressão genética e moldam a nossa biologia. Através da integração entre os Princípios Fundamentais da Epigenética e a Leitura Corporal, aprendemos a identificar pontos epigenéticos — regiões específicas do corpo onde se concentram registros emocionais e padrões herdados que influenciam o fluxo vital, a postura e a percepção. Cada ponto epigenético é entendido como uma porta de acesso à história celular e às memórias transgeracionais armazenadas nos tecidos, permitindo o desbloqueio de programas inconscientes e a restauração do equilíbrio bioenergético.
1. Os Princípios Epigenéticos Fundamentais
Neste módulo, revisitamos os Princípios da Epigenética sob uma perspectiva aplicada à autoregulação e à leitura corporal:
• Princípio da Reversibilidade: toda programação biológica pode ser reescrita com novos estímulos e percepções.
• Princípio da Influência Ambiental: o corpo responde ao meio físico, emocional e relacional, ajustando a expressão genética.
• Princípio da Especificidade Temporal: cada mudança epigenética ocorre no tempo certo, como resposta adaptativa.
• Princípio da Herança Transgeracional: experiências e traumas dos antepassados moldam predisposições físicas e emocionais atuais.
• Princípio da Interação Gene-Ambiente: a vida não é destino genético, mas diálogo constante entre o interior e o exterior.
Esses princípios são então mapeados no corpo humano, correlacionando áreas específicas com padrões epigenéticos herdados e expressões emocionais correspondentes.
2. Pontos Epigenéticos
Existem centros corporais de processamento emocional profundo, conhecidos como pontos epigenéticos. Cada ponto é uma zona de memória onde a energia da experiência — seja pessoal ou de outras gerações — permanece condensada até ser conscientemente integrada. Esses pontos são distribuídos ao longo dos eixos corporais. Ao ativar e liberar esses pontos, o corpo recupera coerência entre a biologia, a emoção e o campo informacional, permitindo uma nova codificação epigenética de saúde e presença.
3. As Fáscias Masculina e Feminina
Neste módulo, também exploramos as diferenças funcionais entre as fáscias masculinas e femininas — entendidas não apenas no aspecto anatômico, mas também energético e epigenético.
• Fáscia Masculina:
Estruturada para estabilidade, direção e força vetorial, responde a impulsos de ação, foco e sustentação. É mais densa e orientada, expressando a energia de proteção, direção e concretização.
• Fáscia Feminina:
Caracteriza-se pela fluidez, receptividade e integração, conectando os planos corporais com maior plasticidade. Atua como rede de percepção, acolhimento e nutrição, favorecendo o movimento circular e a escuta corporal.
Quando equilibradas, essas duas naturezas fasciais se entrelaçam, permitindo um fluxo harmônico entre ação e receptividade, entre foco e sensibilidade — pilares essenciais da regulação epigenética e da vitalidade somática. O corpo é um campo epigenético vivo, onde o toque, o movimento e a consciência dialogam com o DNA em tempo real.
Ao compreender os princípios epigenéticos, os pontos corporais de memória e as dinâmicas fasciais, este módulo oferece as bases para uma leitura integral do ser humano, onde biologia, energia e consciência convergem num mesmo propósito: restaurar a liberdade de expressão da vida em cada célula.
Módulo 3 – O Inconsciente Humano e os Aspectos Biológicos e Epigenéticos
1. O Inconsciente como Regulação Fisiológica Automática
O inconsciente não é apenas um espaço simbólico ou emocional, mas uma estrutura biológica profundamente enraizada. Ele atua como regulador fisiológico automático, coordenando respostas internas sem a necessidade de consciência.
Batimentos cardíacos, respiração, digestão e equilíbrio hormonal são mantidos por circuitos neurológicos inconscientes, conectados principalmente ao tronco cerebral, sistema límbico e hipotálamo. Esses centros interagem constantemente com o corpo, traduzindo percepções e emoções em respostas celulares e moleculares. A epigenética mostra que essas respostas automáticas são moldadas pela experiência — tanto pessoal quanto herdada. Cada padrão de reação do sistema nervoso é também um padrão de ativação genética adaptativo.
2. Reflexos e Instintos de Sobrevivência
Os instintos de sobrevivência são programas biológicos herdados que se ativam diante do perigo. Reações como congelamento, fuga, luta ou submissão são reflexos inconscientes gerados por circuitos epigeneticamente condicionados. Durante experiências traumáticas, o corpo grava marcas epigenéticas de estresse — alterações químicas em genes relacionados ao eixo HPA (hipotálamo–hipófise–adrenal) e à produção de cortisol.
Essas marcas podem ser transmitidas para as próximas gerações, criando hipersensibilidade ao estresse mesmo em descendentes que nunca viveram o evento original. A estimulação terapêutica de certos pontos corporais (como plexos nervosos, fáscias e áreas de tensão crônica) pode reativar memórias implícitas — permitindo a reorganização do padrão inconsciente de defesa.
3. Memória Inconsciente e Comportamento
A maior parte do comportamento humano é guiada por memórias inconscientes armazenadas no corpo. Essas memórias não se manifestam como lembranças narrativas, mas como padrões somáticos, emocionais e comportamentais. Cada estímulo sensorial (um som, um toque, um cheiro) pode reativar circuitos de memória que influenciam o humor, a postura e as decisões.
O corpo funciona, assim, como um “arquivo epigenético vivo”, no qual cada célula contém registros da história emocional e adaptativa do indivíduo e da linhagem familiar. Técnicas de bioestimulação epigenética (toques, respiração, vibrações, som, frequência) ajudam a acessar essas camadas inconscientes, promovendo reintegração neural e liberação celular de respostas antigas.
4. Epigenética e Inconsciente Transgeracional
Traumas, privações ou choques emocionais intensos vividos por gerações passadas podem deixar marcas químicas duradouras em genes relacionados ao medo, à digestão e à resposta imune. Essas marcas epigenéticas transgeracionais moldam o inconsciente das gerações seguintes, criando predisposições emocionais, fobias, bloqueios ou padrões repetitivos. O inconsciente transgeracional age como uma memória biológica coletiva, transmitindo não apenas informações genéticas, mas também tendências emocionais. A terapia bioepigenética busca identificar e liberar essas impressões, estimulando a expressão de novos estados fisiológicos e emocionais mais coerentes com o presente.
5. O Inconsciente Emocional
O inconsciente emocional opera através de redes límbicas — especialmente a amígdala, o hipocampo e o córtex orbitofrontal, que registram experiências afetivas intensas. Cada emoção forte deixa uma “assinatura epigenética”, modulando genes ligados a neurotransmissores como serotonina, dopamina e oxitocina. Com o tempo, se essas emoções não são processadas, formam circuitos de reação automática, moldando comportamentos repetitivos. A reeducação emocional através da estimulação consciente (toques, vibrações, sons harmônicos, respiração) ajuda a reprogramar esses padrões, reduzindo a hiperativação e restaurando o equilíbrio neuroendócrino.
6. Inconsciente e Comportamento Instintivo
Os comportamentos instintivos são expressões diretas do inconsciente biológico. O medo de rejeição, a necessidade de pertencer, o impulso de proteger, todos são códigos de sobrevivência. Quando essas respostas são amplificadas por traumas herdados, o indivíduo pode viver em modo de “alarme constante”, mesmo sem perigo real. A estimulação epigenética aplicada em pontos reflexos (como plexos nervosos e regiões do sistema fascial) pode desativar programas de hiperalerta, permitindo que o corpo reconheça o presente como seguro.
7. Processamento Sensorial e Inconsciente
Os sentidos, tato, som, olfato, visão, propriocepção, são portas diretas para o inconsciente. Cada estímulo sensorial ativa redes neuronais que podem despertar memórias corporais e emocionais armazenadas. Ao integrar técnicas sensoriais, é possível acessar e reorganizar o inconsciente corporal, restaurando fluxos naturais de energia e informação. Esse processo reativa a plasticidade epigenética, permitindo que novas vias neuronais e emocionais substituam os antigos padrões de defesa.
Módulo 4 — Protocolos de Aplicação do Mapa Epigenético
1. Protocolos de Leitura e Diagnóstico BioEpigenético
Antes da intervenção, o corpo é “lido” como um mapa epigenético. Aprendemos a identificar os sinais que indicam bloqueios de memória e dissonâncias energéticas.
Codificação do Mapa Individual: o terapeuta constrói o mapa epigenético do cliente.
A Formação em BioEpigenética é o meu método de atendimento com as Leis Biológicas e com a Epigenética, onde ensino aos alunos a minha forma de atender meus pacientes, que é baseada nos MEUS 9 ANOS anos de experiência como terapeuta e a junção das inúmeras formações que fiz no Brasil, tanto para profissionais que já atendem pacientes quanto para pessoas que estão começando do zero na profissão de terapeuta.
Um dos grandes diferenciais da Formação em BioEpigenética é a possiblidade de chegar a resultados expressivos com o paciente já na primeira sessão através de uma metodologia que permite identificar de maneira muito rápida qual é a origem do sintoma que o paciente se queixa.
Chegar de forma rápida e assertiva na origem do sintoma do paciente faz com que a resposta terapêutica seja substancial, a ponto disso ser traduzido em aumento do valor agregado da sessão e reconhecimento profissional e estabilidade financeira.
Formação em
Bioepigenética
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Além disso, você terá acesso a um grupo fechado no Whatsapp para tirar suas dúvidas diretamente comigo e para trocar experiência da sua evolução com o grupo.
A Formação em BioEpigenética foi desenhado para que o aluno aprenda as Leis Biológicas e a Epigenética olhando para aspectos da sua própria história ressignificando seus conflitos e, depois, transborde esse conhecimento e vivência em benefício do seu próprio paciente.
Como eu sempre falo: “Você só leva seu paciente aonde você já foi”.
Você verá na prática que é possível, sim, se tornar uma terapeuta capacitada através da Formação em BioEpigenética.
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